A era do veganismo: o fim dos prazeres da carne

Atualizado: 6 de Mar de 2019

De acordo com um estudo americano, o veganismo está em plena ascensão, a adesão pela causa cresceu somente nos EUA 600% nos ultimos 3 anos. As pessoas estão mais preocupadas com o impacto da própria alimentação na sua saúde, no meio ambiente e nos animais.

Bois e vacas demonstram ter "contágio emocional": eles são capazes de sentir o estado emocional de outros seres, pela perspectiva do outro indivíduo. Uma forma de empatia.

Saúde, sustentabilidade ou respeito pelos animais, não importa qual a razão, é fato que hoje em dia as pessoas estão se preocupando cada vez mais com aquilo que consomem, tentando substituir uma dieta regrada por carnes e derivados de animais para uma dieta mais rica em grâos, vegetais, legumes, cogumelos, entre outros.

Cada vez mais gente dá o passo, inclusive para o ativismo. E a indústria segue seus rastros. Flexitarianos, vegetarianos e veganos se contam aos milhões. Este é o retrato dos protagonistas de uma revolução na Espanha (que também chega ao Brasil), onde o consumo de carne diminui apesar do aumento do número de fazendas industriais.

“Haverá um tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente da mesma forma como hoje se julga o assassino de um homem.” -Leonardo Da Vinci

Adesâo Mundial


De acordo com a culsutoria Lantern, que entrevistou 2.000 pessoas por telefone em 2017, 6,3% da população espanhola se declarou “flexitariana”: três milhões de pessoas dariam preferência a uma alimentação baseada em vegetais, mesmo sem renunciar aos produtos de origem animal. Mais ao extremo, 0,2% se declararam veganos, ou seja, evitam qualquer consumo que tenha origem ou implique na exploração animal (não apenas carne e laticínios, mas também roupas, cosméticos...); e 1,3% disseram ser vegetarianos (consomem laticínios, ovos, mel). Somando todos os graus, 7,8% da população com mais de 18 anos (mais de 3,6 milhões de pessoas) é classificada na categoria dos veggies, os promotores de um mercado que movimentará 4,4 bilhões de euros (cerca de 18,5 bilhões de reais) no mundo em 2020. Qual é o perfil desse grupo na Espanha? Feminino (dois terços), urbano (51,2% vive em cidades com mais de 100.000 habitantes) e de todas as idades, especialmente de 20 a 35 anos.


No Brasil


No Brasil, os dados – menos detalhados que os da Espanha – são do Instituto Ibope, que realizou uma pesquisa em 102 municípios entre os dias 12 e 16 de abril de 2018. Cerca de 30 milhões de pessoas, ou 14% da população, são adeptas, em maior ou menor grau, a uma alimentação que exclui carne do cardápio. O crescimento se deu principalmente nas regiões metropolitanas: em 2012%, 8% dos que vivem nessas áreas eram adeptos ao vegetarianismo; esse índice agora é de 16%, maior que a média nacional.

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fontes: https://mercyforanimals.org.br , https://oholocaustoanimal.wordpress.com/2017/06/26/veganismo-cresce-600-em-3-anos-nos-eua/ , https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/29/eps/1548772174_224933.html .

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